JEEP RENEGADE 2027 - GRANDE EVOLUÇÃO NO INTEIOR

Mar 27, 2026Channel
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Published2 months ago
Duration4:02
Video IDEMlStfHS2k4
Languagept
CategoryAutos & Vehicles
PrivacyPublic
Made for KidsNo
Video TypeRegular Video

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Description

É a terceira vez que o Jeep Renegade passa por um facelift no Brasil. A linha 2027 chega às lojas em quatro versões que partem de R$ 129.990, com novo sistema híbrido leve de 48V e um interior totalmente repaginado que tem o objetivo de “refrescar” a imagem do SUV que está na mesma geração desde 2015. Renovar o Renegade após mais de uma década em produção não é o único objetivo da Stellantis. O novo interior e o sistema híbrido servem para distanciá-lo do Avenger, que será lançado em meados deste ano como o SUV de entrada da marca, concorrente de Volkswagen Tera e Fiat Pulse. Dessa forma, o Renegade “sobe um degrau” no ranking dos SUVs compactos. Como campanha de lançamento, a Jeep vai oferecer a versão Altitude (de entrada) com um desconto de R$ 12 mil nas primeiras 3 mil unidades. Com o fim do estoque, o valor será reajustado. Veja os preços e versões do Jeep Renegade 2027: Jeep Renegade Altitude 1.3 Flex: R$ 141.990 (R$ 129.990 para as primeiras 3 mil unidades) Jeep Renegade Longitude 1.3 Hybrid: R$ 158.690 Jeep Renegade Sahara 1.3 Hybrid: R$ 175.990 Jeep Renegade Willys 1.3 Flex 4x4: R$ 189.490 O motor é sempre o 1.3 turbo flex de quatro cilindros, que desenvolve 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, atrelado ao câmbio automático de seis marchas nas versões 4x2 e de nove marchas com tração 4x4. No entanto, seguindo a estratégia adotada na dupla Pulse e Fastback, da Fiat, e também nos modelos 208 e 2008, da Peugeot, a Stellantis oferecerá um catálogo com opções híbridas apenas para algumas versões. As escolhidas foram as intermediárias Longitude e Sahara, onde há uma pequena máquina elétrica complementar atrelada ao motor a combustão. Já as configurações Altitude e Willys seguem com motor turbo flex sem sistema híbrido. O visual está diferente em todas, pois o Renegade recebeu nova grade frontal com sete aberturas e para-choques redesenhados. As maiores mudanças estéticas, todavia, estão na cabine. As versões Longitude e Sahara receberam o emblema “MHEV” na tampa do porta-malas. A sigla em inglês significa “Mild Hybrid Electric Vehicle” e serve para classificar o nível de hibridização mais rudimentar de um carro. É uma evolução da plataforma “Bio-Hybrid” que, no futuro, promete equipar um modelo híbrido pleno nacional. Diferentemente de Pulse, Fastback e os Peugeot, o sistema híbrido leve da Jeep é de 48V, e não de 12V. A economia de combustível nos dados do Inmetro é de apenas 7%, mas os ganhos em redução de emissões, regra importante do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), explicam sua adoção. Na prática, o novo sistema MHEV do Renegade funciona como “superalternador”. O motor elétrico está ligado ao virabrequim por correia, e sua ativação ocorre quando o propulsor 1.3 turbo começa a girar. É o sistema chamado de BSG (gerador por correia, na sigla em inglês), que substitui o próprio alternador e o motor de arranque por cremalheira. O conjunto híbrido opera a partida e o sistema start-stop do motor 1.3 turbo, etapas em que a emissão de poluentes é mais proeminente. Há também o acréscimo de 6,6 kgfm de torque (que não são somados aos números finais) em situações que reduzem o “turbo lag” — o atraso na entrega de potência e torque do motor a combustão. Sendo assim, além de estar ligeiramente mais econômico e esperto, o Renegade também está mais suave. A cabine do Renegade foi totalmente redesenhada pela primeira vez desde o seu lançamento, em 2015. A inspiração na dupla Compass e Commander chega a ser óbvia, com adoção da nova central multimídia de 10,1’’ (com Android Auto e Apple CarPlay sem fio). Com a mudança, o painel ficou mais alto. A Jeep adicionou um revestimento de tecido áspero, que muda conforme as versões, em toda a extensão, mas o acabamento mantém plástico duro, imitação de aço escovado e alguns adereços coloridos. A região dos controles do ar-condicionado também é nova, bem como o console central (onde há um carregador por indução) e a mesma manopla de câmbio da Fiat Toro. O volante multifuncional mantém o estilo adotado durante seu último facelift, inspirado no Compass, e o painel de instrumentos reproduz informações do sistema híbrido leve, embora o motorista não tenha qualquer autoridade sobre o seu funcionamento. A Jeep aproveitou a substituição do console para oferecer uma nova saída de ar-condicionado para os ocupantes do banco traseiro. O equipamento surge a partir da versão Longitude. @LPsobreRodas

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