Comerciantes de Porto de Galinhas negam cobrança abusiva e homofobia após agressão a turistas
Dec 30, 2025•Channel
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Published5 months ago
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Barraqueiros envolvidos na confusão que terminou em agressões contra um casal de turistas em Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, divulgaram um vídeo nas redes sociais para apresentar a versão deles sobre o episódio ocorrido no último sábado (27).
Nas gravações, os comerciantes afirmam que não houve cobrança abusiva nem motivação homofóbica. Segundo o grupo, o valor de R$ 80 pelo uso da estrutura com cadeiras e guarda-sol teria sido informado previamente aos clientes e estaria relacionado à concessão existente para exploração do serviço na faixa de areia. Eles alegam ainda que o casal teria se recusado a pagar pelo uso da estrutura, afirmando que o espaço seria público, o que deu início ao desentendimento.
Os barraqueiros também relatam que, durante a discussão, houve agressões físicas, incluindo um golpe aplicado em um dos comerciantes, o que teria provocado uma reação coletiva. O grupo reconhece que houve briga generalizada, mas nega que cerca de 30 pessoas tenham participado das agressões, afirmando que o confronto envolveu poucas pessoas. Eles também rebatem as acusações de homofobia, dizendo que o episódio não teve relação com orientação sexual e que o público LGBTQIA+ é frequente na região.
O caso ganhou repercussão após turistas de Mato Grosso denunciarem que foram agredidos ao se recusarem a pagar um suposto aumento no valor cobrado pelas cadeiras de praia, que teria passado de R$ 50 para R$ 80 sem aviso prévio. Um dos turistas precisou de atendimento médico.
Em nota, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que a Polícia Civil instaurou investigação por lesão corporal e segue apurando o caso para identificar e responsabilizar os envolvidos.
Créditos: @marcio_henrique1 (ig) | @myhoodbr